quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Avante: A vida e seus caminhos, os caminhos da vida.

“Longe de casa há mais de uma semana”... há 605 km de distancia, e no terceiro hotel em menos de 10 dias. Assim estou eu, em Ijuí-RS.
Sair da rotina e ir ao encontro de outros colegas de trabalho, de tantos clientes espalhados por este Estado de Graça do Rio Grande do Sul.
Ao partir não havia apenas um destino definido mas vários, eu venho venho, e a impressão que tenho é que nunca chego. Hoje é meu ultimo dia num quarto de hotel, que por mais simples, acolhedor, ou de luxo não substituem o que é a minhsa casa, o meu lugar e o meu chão.
Lugares meus que divido com tantos outros, lugares dos outros que dividem comigo. Cada um deve ter o seu porto seguro. Viajar, andar, caminhar, correr com horários, malas, para chegar a um estado de conhecimento que muitas horas atrás de um computador não me trariam.
Ver gente, saber de gente, conviver com gente.
Hoje arrumo mais uma vez as malas para partir rumo a casa dos meus pais, “a terra querida que me viu nascer”.
Como é incrível a capacidade que a bagagem tem de aumentar de tamanho, três malas, duas malas, quatro malas. Se pudesse mensurar a satisfação na realização deste sonho levaria um pallet inteiro de bons sentimentos.
E amanhã antes de partir, temos mais visitas, mais entregas e mais aventuras, como escuto e repito: “borá caí pra dentro”.



terça-feira, 3 de maio de 2011

A sua "cara" parece de "concha"? Dermocosméticos no gosto quase popular.

     Parece que tem 25, é quarenta no RG, mas o jeito não nega: tem 35. Ah! Isso sem considerar o ultimo peeling. Com tantos tratamentos cosmésticos e produtos de beleza, a idade vai sendo mascarada ou por assim entender: "melhorada" mesmo com o passar do tempo. 
     Os cuidados com a pele quase deixam de ser frescura e passam a ser necessidade a considerar os efeitos do sol ou poluição sobre ela. O antigo preconceito abre espaço para a conscientização de que prevenção ainda é o melhor caminho. 
     Compartilhando esta semana em um treinamento da L’oreal linha La Roche Posay tive a confirmação de como um detalhe tão simples faz toda a diferença: filtro solar. Os efeitos provocados pelo raios UVB e o menos conhecido (mas não menos nocivo) UVA é alarmante, e  preocupa mais ainda quando se tem histórico de câncer ou doenças de pele na família. 
     A indústria é claro aproveita-se da onda de cuidados e busca inovação constante de produtos ao consumidor final. E a onda do momento: são os dermocosméticos, e também, como aprendi essa semana: nutricosméticos.
     Os “dermocosméticos” são produtos com classificação especial na ANVISA, com testes realizados. São comercializados sobre a indicação médica, e também diretamente no ponto de venda onde crescem a presença das dermoconsultoras. Produtos com elevado valor agregado mas com muitos benefícios. Já os “nutricosméticos” como o nome diz recebe propriedades de “alimentos” com reflexo na estética, são administrados via oral.
     Claro que os dermocosméticos possuem um preço alto comparado aos cosméticos simplesmente, mas cuidado você estar pagando altíssimo pela marca de um cosmético enquanto um dermocosmético  (pelo preço parecido) possui melhores resultados. Sem contar a durabilidade do produto. Pesquise :D

Dados do mercado:

* A categoria dos dermocosméticos ou cosmecêuticos foi definida por Albert Klingmanda Faculdade de Medicina de Pensilvânia, EUA, no início dos anos 90.
* Em 2.007 o Mercado Americano de Cosmecêuticos atingiu US$ 16 bilhões. E em 2.012, estima-se que atinja US$ 21 bilhões.

* Já no mercado brasileiro em 2007 foram US$ 10,1 bilhões ou R$ 19,6 bilhões (dados ABIHPEC).
* A L'Oréal Brasil (marcas La Roche-Posay e Vichy) foi líder em vendas de dermocosméticos no Brasil em 2007. 

* Os Dermocosméticos são conhecidos por estar em uma escala entre os cosméticos e os medicamentos, todavia são reconhecidos regulatoriamente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária como cosméticos Grau 2.
* A linha Innéov é líder no mercado europeu de nutricosméticos (dados de 2008) este tratamento via oral confere firmeza e luminosidade à pele.
* A exposição destes produtos no PDV atrai um publico diferenciado. Surge a figura de um novo profissional: a dermoconsultora, que conhece a fisiologia da pele e pode orientar o cliente em sua compra. 
* Este mercado fechou em 2009 no BR cerca de um faturamento em torno de R$ 640 milhões (IMS). O segmento de dermocosméticos cresceu 21% no ano passado (dados de 2010). 

Dados da (pouca)vivência:

* Para perceber o resultado em sua pele o que vale é a continuidade e não a quantidade de produto utilizado diariamente. 
* A quantidade ideal de creme é: para o rosto um “grão de ervilha”, e para a área dos olhos um “grão de arroz”.
* Aplique o creme na área dos olhos sempre com o dedo anelar, este possui menos força e não exercerá tanta pressão sobre esta região tão sensível.
* E, companheiras, não adianta utilizar um antiidade e esquecer do filtro solar. Sábio Bial que falou tanto em nossos ouvidos: “ no filtro solar acredite”. 

Bom pelo menos é isso que eu também acho. 







Fontes:




quarta-feira, 6 de abril de 2011

Fica sempre um pouco de perfume...

     Bom mesmo é aquele abraço que deixa um cheirinho gostoso no ar. Bom mesmo é achar alguém lindo(a) até mesmo com o olfato.
    Mudanças nos pontos de venda acontecem para conquistar você, consumidor. Incluir aromas, cores para despertar em nós, a melhor sensação para o processo de compra. Restaurantes e afins capricham para despertar a nossa atenção e aguçar a fome. E o cheirinho de café da padaria logo cedo, irresistível.
     Ah! Conheci uma menina que não sentia cheiro. Não posso afirmar que triste sua vida, uma vez que cheiro são tentadores, dessa tentação ela está livre pelo menos (saudade...). E se o cheiro é bom ou ruim? Depende do olfato de quem sente... Há quem diga que cada signo  tem seu cheiro, cada personalidade seu perfume enfim... (quem tiver interesse pode fazer um teste nesse site: http://delas.ig.com.br/beleza/dicas/teste+qual+tipo+de+perfume+combina+com+voce/n1237636123599.html
     
E por assim dizer a indústria dos perfumes é tão valorizada que existe até um "Oscar" dos perfumes, o evento chama-se “FiFi Awards” e acontece no dia 25 de maio, em Nova Iorque. Clássicos foram indicados e os premiados são escolhidos por mais de mil profissionais da área entre os indicados: Chanel, Givenchy, Giorgio Armani e muito muito mais.
Abrindo uma “brecha” para dados do Brasil:
     Em nosso país há cerca de 1659 empresas atuando no mercado de Higiene Pessoal, perfumaria e Cosméticos, sendo 14 empresas de grande porte, com faturamento liquido acima de 100 milhoes, representando 73% do faturamento total. Esta indústria apresentou um crescimento médio deflacionado composto de 10,5% nos últimos 14 anos. Tendo passado de um faturamento “"ExFactory", líquido de imposto sobre vendas, de R$ 4,9 bilhões em 1996 para R$ 24,9 bilhões em 2009 (Dados da Abihpec).

Voltando....
     Mesmo que não seja o importado, mesmo que não seja todo o efeito de aromas em um ponto de venda: cheiros deixam saudade...
     O que dizer daquele cheirinho de terra molhada da infância, o cheiro do Natal na casa dos pais. O cheiro de praia após aquele banho gostoso. O cheiro do cafezinho da mamãe (a padaria que desculpe).
     Ainda ouso dizer que, muito mais que o aroma em si, deixe sua boa impressão: com uma gentileza, um sorriso, uma demonstração de carinho, pois “fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas”. Bom pelo menos é isso que eu acho.


Fonte:

quinta-feira, 31 de março de 2011

Prometo ser fiel

“... já beijei um, já beijei dois, já beijei três ...”
     Num mundo que prega a curtição certos valores são deixados de lado. A própria construção destes valores fica a parte onde o sentido do "ter" e "parecer" fica em evidencia.
     Olhei profundamente pra geladeira, e em meio a limpeza (primeira de minha vida) vi tantas marcas, tantos rótulos.
     Marcas conhecidas, marcas mais baratas: com qualidade menor ou as vezes apenas menor valor agregado de marca. O processo de compra envolve a decisão do que escolher, e de como pagar a escolha.
     Nesse processo nem sempre a fidelidade torna-se possível. O mundo é capitalista e como dizia um saudoso professor: “o mundo é mau”.
     Engraçado, olhe em sua geladeira, seu armário, sua prateleira no banheiro. Reconhece certas marcas que haviam na casa dos pais? Ou é a saudade que busca elementos de referência. Ou é a garantia da qualidade. Ou o alto preço ao se pagar por erros: dinheiro contadinho faz coisas (heheh).
     Parece aquele olhar de criança ao ver os rótulos coloridos, os formatos de embalagens diferentes, de marcas que vão apenas aprimorando mas mantém sua referência no layout, ou na própria perpetuação da marca, por exemplo, Toddy, Coca-Cola, Maisena, e outros..
     Penso que desde crianças somos conduzidos ao consumo. E quando passamos a morar sozinho, a ter o poder de compra, meio que inconscientemente vamos para o lugar comum, das embalagens conhecidas, das marcas aprovadas por nossas referencias, os pais, neste caso.
      Cuidemos de nossas crianças, aprimoremos nosso olhar e paladar.
      Voar é preciso, mas como diz uma canção “é preciso olhar os pais como eles voam e aperfeiçoar...”




para Entre Cochichos - Janine Salvaro 

domingo, 13 de março de 2011

Conquistar sim, frustar não.

        Sujeitinho mais difícil de agradar esse tal de consumidor. Inúmeras marcas estão por aí a todo momento, buscando encantar ou seduzir (por assim dizer) nós, os consumidores.
Nada de mal ok, vale a lei da "oferta e da procura". Se fosse apenas isso, mas onde ficam as expectativas que criamos com determinados produtos, e serviços? Nada de culpa nossa é claro, afinal somos cercados de mensagens: “lava mais branco”, “energia que dá gosto”, “a verdadeira maionese”, “ a vida com S é mais gostosa”, e por aí vai... São promessas que nós consumidores quase (mas quase mesmo) acreditamos e, daí para a frustração quando o produto ou serviço não nos satisfaz é um passo. Uma piscadela de olho.

       Nada mais frustrante do que a experiência de compra e uso de um produto/serviço tão esperado. Quando você queria colorido e veio listrado. Quando você pediu quente e veio morno, e tantas outras coisinhas. Em ambientes cheios, é quase um paralelo o público entra e a qualidade sai.
       Qualquer semelhança com a tal da frustração em nossos relacionamentos é mera coincidência, ou nossa exigência anda lá em cima, ou as relações sociais andam balançando.
       Em dez/10 o ranking de reclamações do Procon na Capital pertencia a uma empresa de telefonia (isso que reduziu em 22%*). Mas além dela, quantas outras empresas figuram na lista.
       E isso que dizem por aí que, com o acesso às mídias sociais ficou mais fácil reclamar ou expor a situação.

       Recentemente tive que resolver uma situação sobre um GPS (empresa Nav City), o referido  era um presente, e quando a pessoa foi abrir a embalagem, cadê o GPS? Parabenizo a empresa que, após algumas conversas conseguiu solucionar o problema.

       Aproveite consumidor, exija seus direitos, com bom senso e educação, nada que uma boa negociação não consiga superar.





sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Sempre disse: "vamo que vamo"

E assim a gente vai. ..analisando riscos e oportunidades, colocando na balança e fazendo o famoso "prós e contras" ou quem sabe uma análise swot...heheh.
O fato é que em todo o tempo, a todo instante, as mudanças nos cercam. Marcas mudam.
Trocam embalagens, investem em inovação. Tudo isso para se comunicar com você que é claro continua mudando.
Bem... compartilhando mudei, e devo ser "caçada" pelas marcas que me relacionava, ando aumentando o grau de dificuldade da comunicação só para ver se elas me acham.
A cidade não é mais a mesma, os programas de TV, os horários da TV (para quem entende de mídia sabe que isso é fundamental), as visitas na internet... o uso do celular. Enfim, ando me escondendo da propaganda, que incoerência.
Já imaginou quantas mudanças em sua vida, e quanto desgaste para que você seja atingido pela comunicação das suas marcas preferidas? Não é a toa o sucesso de marcas em "mídias sociais".
Mas isso dá outra história que me contaram.

Agora compartilho algumas coisas que percebi com a mudança:
-  Não existe a fada da limpeza que invade sua casa vazia e deixa-a brilhando para quando você voltar, então é melhor deixar tudo organizado na saída mesmo.
- Que o Google maps nem sempre dá certo.
- Quando você inventa de lavar a roupa, chove.
- Aprendi que não há nada de errado em pedir ajuda, é chato, mas você não precisa saber tudo de tudo, oras.
- E que os caminhos que parecem longos e distantes tornam-se mais fáceis e próximos quando começamos a caminhar através deles.
Sair trilhando um caminho novo é desafiador, mas nos faz viver, ter contato com o que nos desafia, nos encanta e nos faz apaixonar-se ainda mais pela profissão escolhida.
E se por algum acaso não era nada daquilo valerá a história, hoje Nova York, amanhã Paris, quem sabe meu próximo destino?
E de uma pessoa muito especial, que guardo com carinho em meu cuore: “menor do que o meu sonho eu não posso ser”.
Então vamo que vamo.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O Marketing do Natal: desejos ou necessidades?

     No início, mas bem no início bastaria saber que o Menino Jesus  havia nascido.
Depois aquele velho gordo e, com olhar carinhoso, traria uma boneca. Aquele da propaganda da Coca-Cola... E quem nunca esperou as carretas na sua rua? Hehe
  
     Logo a boneca não era mais a “da moda”, e a outra teria que ser da “Estrela”, porque as amiguinhas também tinham...
Na seqüência um joguinho de cozinha, dizem que as mulheres já são preparadas desde cedo para o serviço doméstico, - Vai saber. Ah depois tem bola de futebol, e outros jogos para os meninos.

     Depois uma bicicleta, mas aí já do pai e da mãe, e ainda antes do Natal para aproveitar as férias. Ou uma condição de passar de ano na escola: um prêmio, pois a educação até pode ser castigo – Isso é assustador.

     Então se chega ao computador, notebook  e até um carro, e moto. Muitas vezes já adquiridos com o trabalho próprio e são o presente por agüentar durante todo o ano as “barras” diárias de cada dia, mera recompensa por acordar cedo, batalhar e...até viver.

     O fato é que nesta época do ano estamos mais propensos às compras, motivados pelas luzes, cores e, é claro, os apelos fantásticos de concessão de crédito ou promoções à vista, realizadas por lojas de todos os segmentos.
     Aí esta a decisão: desejo ou necessidade? O desejo de hoje pode ser a dor de cabeça amanhã... Janeiro chega e com elas as contas.

     Ah! sem falar dos presentes. Como dizia um amigo: “presentear é estar presente na vida da pessoas”. Dar e receber presentes é maravilhoso, a expectativa, o sorriso do outro. Mas convenhamos que se tome cuidado com as dívidas, cada um sabe de suas possibilidades, não é?

     O mundo gira, e, nosso olhar muda com o Mundo. Desejo que neste Natal e, em todos os dias de 2011 não percamos os olhos do que realmente importa e do que realmente é bom.

Feliz Natal, saúde e paz. E “vamo que vamo”.