domingo, 13 de março de 2011

Conquistar sim, frustar não.

        Sujeitinho mais difícil de agradar esse tal de consumidor. Inúmeras marcas estão por aí a todo momento, buscando encantar ou seduzir (por assim dizer) nós, os consumidores.
Nada de mal ok, vale a lei da "oferta e da procura". Se fosse apenas isso, mas onde ficam as expectativas que criamos com determinados produtos, e serviços? Nada de culpa nossa é claro, afinal somos cercados de mensagens: “lava mais branco”, “energia que dá gosto”, “a verdadeira maionese”, “ a vida com S é mais gostosa”, e por aí vai... São promessas que nós consumidores quase (mas quase mesmo) acreditamos e, daí para a frustração quando o produto ou serviço não nos satisfaz é um passo. Uma piscadela de olho.

       Nada mais frustrante do que a experiência de compra e uso de um produto/serviço tão esperado. Quando você queria colorido e veio listrado. Quando você pediu quente e veio morno, e tantas outras coisinhas. Em ambientes cheios, é quase um paralelo o público entra e a qualidade sai.
       Qualquer semelhança com a tal da frustração em nossos relacionamentos é mera coincidência, ou nossa exigência anda lá em cima, ou as relações sociais andam balançando.
       Em dez/10 o ranking de reclamações do Procon na Capital pertencia a uma empresa de telefonia (isso que reduziu em 22%*). Mas além dela, quantas outras empresas figuram na lista.
       E isso que dizem por aí que, com o acesso às mídias sociais ficou mais fácil reclamar ou expor a situação.

       Recentemente tive que resolver uma situação sobre um GPS (empresa Nav City), o referido  era um presente, e quando a pessoa foi abrir a embalagem, cadê o GPS? Parabenizo a empresa que, após algumas conversas conseguiu solucionar o problema.

       Aproveite consumidor, exija seus direitos, com bom senso e educação, nada que uma boa negociação não consiga superar.





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